
A compra em site falso virou uma das armadilhas mais comuns na internet. Com o crescimento do comércio online, os golpistas encontraram terreno fértil para enganar consumidores.
E o impacto vai além do prejuízo financeiro. Vem junto a frustração, a sensação de impotência e a perda da confiança em comprar pela internet.
Segundo pesquisa da CNDL em parceria com o SPC Brasil, 32% dos consumidores já sofreram ou passaram por alguma tentativa de golpe em compras online. Esse número mostra que o risco é real e está mais perto do que se imagina.
Entender como esses golpes funcionam, aprender a identificá-los e saber o que fazer em caso de prejuízo pode evitar muita dor de cabeça. Siga com a gente nesta leitura e fique por dentro.
Os sites falsos costumam imitar visualmente lojas conhecidas. Alguns copiam logotipos, cores e até o layout da página original. A diferença está nos detalhes:
Esses sites, muitas vezes, aparecem em anúncios nas redes sociais, e-mails ou links compartilhados por mensagem.
O golpe acontece quando a pessoa acredita que está em um ambiente legítimo, realiza o pagamento e espera pelo produto. Mas nada chega. E, quando tenta contato, descobre que caiu em um golpe.
Os golpistas somem, não respondem e a loja falsa sai do ar depois de alguns dias. O prejuízo fica com o consumidor.
Com atenção a alguns sinais, é possível evitar cair nessa cilada. O ideal é nunca tomar decisões com pressa e sempre verificar a origem do site antes de fechar uma compra.
Muitos sites falsos usam endereços parecidos com os das lojas verdadeiras, trocando uma letra ou usando extensões diferentes. Ao menor sinal de dúvida, vale buscar o nome da loja em um site de busca e comparar o link oficial com o recebido. Se forem diferentes, melhor não seguir.
Descontos absurdos em produtos caros são um dos principais chamarizes dos golpistas. Um celular que custa R$ 3 mil sendo vendido por R$ 800 não é promoção: é armadilha. Preço muito abaixo do normal quase sempre esconde uma fraude.
Sites sérios mostram canais de atendimento, endereço físico, CNPJ, termos de uso e política de privacidade. A ausência dessas informações ou dados genéricos, como e-mails sem domínio próprio, indica risco.
Sites bem construídos passam mais segurança. Já os falsos costumam apresentar falhas de digitação, imagens de baixa qualidade e páginas confusas. A falta de cuidado visual é um dos sinais de golpe.
O endereço do site precisa começar com “https://”, e o ícone de cadeado deve aparecer ao lado da URL. Esse é o básico.
Além disso, alguns sites exibem selos de segurança. Ainda assim, é importante clicar sobre eles e verificar se direcionam para páginas válidas, já que golpistas também inserem imagens falsas desses selos.
Mais do que identificar os golpes, é fundamental adotar hábitos que blindam as compras online. Cautela nunca é demais!

Antes de comprar, vale pesquisar o nome da loja em sites como Reclame Aqui e em redes sociais. Se existirem muitas reclamações ou relatos de golpes, o risco é alto. Empresas confiáveis cuidam da própria reputação.
Cartões de crédito e carteiras digitais oferecem maior segurança. Evitar pagamentos via Pix ou boleto em lojas desconhecidas é uma forma de reduzir o risco. Em caso de golpe, as chances de reembolso são maiores quando a transação passa por intermediadores confiáveis.
Golpes costumam começar com uma oferta tentadora, enviada por e-mail, redes sociais ou WhatsApp. O ideal é acessar o site da loja diretamente pelo navegador, sem clicar em links recebidos de terceiros.
Antes de comprar em uma loja nova, vale verificar se ela está cadastrada em associações como a Ebit ou a própria Receita Federal. O Procon também costuma divulgar listas de sites não confiáveis.
Se o golpe já aconteceu, é possível tomar algumas atitudes para minimizar os danos. O primeiro passo é registrar um Boletim de Ocorrência, que pode ser feito online. Isso ajuda na investigação e serve como prova em futuras reclamações.
Também é importante entrar em contato com a instituição financeira e tentar bloquear o pagamento. Em alguns casos, é possível cancelar o cartão e solicitar o estorno da compra.
Além disso, vale notificar sites como o Reclame Aqui, a plataforma onde a compra foi feita (caso tenha sido em marketplaces ou redes sociais) e informar órgãos de defesa do consumidor. Registrar uma reclamação no Procon ou na Senacon aumenta as chances de que outras pessoas não passem pelo mesmo problema.
Cair em um golpe de compra em site falso é frustrante, mas informação ajuda a evitar esse tipo de dor de cabeça. Ter atenção aos sinais e manter hábitos seguros nas compras online faz toda a diferença.
Para continuar se protegendo e tomar decisões mais conscientes, aproveite e confira outros conteúdos aqui no blog do Consórcio Magalu. Informação é a melhor forma de cuidar do seu dinheiro!
O ideal é registrar um Boletim de Ocorrência, avisar o banco ou a operadora do cartão, tentar cancelar o pagamento e informar órgãos de defesa do consumidor.
Entre em contato com a instituição financeira quanto antes. Em compras com cartão, pode ser possível pedir o estorno. No caso de Pix ou boleto, a chance de reembolso é menor, mas vale tentar o bloqueio imediato.
créditos das imagens: Freepik
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